Sob o fogo-de-artifício que pintava o céu, era a tua memória
que coloria a minha mente. Enquanto o Mondego, modesto e tímido, espelhava os
sonhos tingidos de pirotecnia, fantasiei com um Tejo, distante e agigantado.
Felizmente para mim, todos os caminhos vão dar a Roma, ou melhor, ao Atlântico.
Pode ser que num destes dias desaguemos numa nova fábula
amorosa, ou talvez não. Votos de um
feliz ano novo, deste filho do Mondego, minha querida

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