Vontade de estar faminto de vontade,
Corpo sedento de calor,
Alma inerte de frio.
Corpo sedento de calor,
Alma inerte de frio.
Saudade de ser príncipe aclamado,
Preenche o meu trono vazio
Vejo de olhos fechados
O trono do Castelo de Cartas,
Preferindo a recordação como Ás de Espadas
À agonia presente de ser um duque de Paus
O Passado perde-se no tinto
E tropeço no Presente que não fintoBernardo de Almeida Henriques